BDSM
14 de nov de 2020


Aquele flagelo me parecia confortável, Bebia-me da sua saliva o gosto adocicado daquela bebida que vinha do gosto de de sua boca e se juntava ao meu rosto ,malhava-me e ainda molhada por baixo agradecia por suas belas recompensa que minha língua tinha o privilegio de provar ,dentro meu piercing dançava na língua gosmenta melada gozada com sua porra que ainda escorria pelos cantos a qual deixava Descabelada como se acabada de acordar nem notava o desbotar dos meus cabelos vermelhos embaraçados por sua mão que por ali passava e me conduzia de um lado a outro como formas de caricia sugava seu delicioso falo veiúdo

A sujeira se dispersava por todo ambiente e se impregnava pelo meu corpo com se estivesse tomado uma surra com borra de café via-se bem nítidas as marcas vermelhas pitas roxas na sujeira que lá eu compartilhava

Seu gozo veio frenético forte ao som só seu gemino que mais parecia um urso feroz querendo me devorar com suas garras e enquanto em meu rosto deixava sua marca com a fase borrada não só pelas lagrimas que me tirará mas junto a maquiagem que se desfazia

Meus seios redondos com seus dois piercing um de cada lado ofuscava um pouco meus bicos rosados que tanto passou sua boca e barba e dentes , de leve ,assustadoramente mordiscava e me contraia sim ,mesmo com aquele dedo enfiado totalmente no meu cu me trazia para mais perto dele encostando meu corno ao dele

Abrir a boca e sentir seu membro pulsando em minha pequena boca não tinha explicação do quanto aquilo e completava e mesmo com parte dele do lado de fora insistia em tentar diversas vezes a pô-lo todo na boca entre golfadas e engasgos ao passar um pouco da garganta aquilo me lambuzava ainda mais com seu gosto e minha baba que se espalhava pelo meu corpo descia e escorria livremente entre meu pescoço passava pelo seus seios e alcançava minha barriga

Meu corpo era todo seu e naquele momento nada importava e quando ele me pedia abra um pouco mais a boca ,minúscula comparada aquela tora que nela queria estar , já sem batom me punha a seu prazer e total satisfação não havia como eu na minha mais humilde sensação de gozo que escorria pelas minhas pernas e se misturava ao mijo que horas eu nem sabia mais descrever se era meu que esguichava ou dele que retribuía ao gozo que alucinado que ali tinha acontecido

E dentre o gosto alucinogênico do álcool que corria meu corpo vodca Whisky não importa sentia o gosto amargo e ao mesmo tempo doce ;Nada importa

O que valia saber é que naquele instante havia se cumprido o ritual e eu , não disse absolutamente nada nem ele enquanto fumava seu penúltimo cigarro da noite e ao trago dividido ao gole no copo que restava ,eu me punha a dizer silenciosamente apenas em minha mente a alma que se ouvia dizer-lhe

—Sou Grata meu amo

enquanto ainda no final com a boa entre aberta sentia cair a cinza de seu cigarro

Sim usada e abusada ,meu anus ardido ainda piscava e podia sentir também as ardências que em minhas nádegas estavam e mesmo sem olhar no espelho para saber o resultado sabia que no dia seguinte estaria marcada semanalmente para que eu na minha total submissão e devoção não me esquecesse daquela madrugada

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