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Lésbica
6 de mar de 2024


Por volta de 2005 ou 2006….

Contextualizando:

Não sei se alguém aqui sabe, mas além das salas de bate papo do Uol, Bol, Terra e etc na internet, existiam as salas de bate papo por telefone, isso mesmo, pelo telefone.

Funcionava mais ou menos assim: Tinham vários números de telefone, tipo caixa postal, você ligava pra um deles e se tivesse vaga em uma das salas você entrava e ficava batendo papo com o povo que já estava lá, e ficávamos nesse bate papo integrado, e era interessante que pela voz da pessoa você tinha que imaginar como ela era.

E quando você curtia o papo com uma pessoa, no dia seguinte tinha que entrar e torcer pra cair na mesma sala que a pessoa, era comum ver as pessoas trocando de sala, entrando e saindo perguntando se elas tinham "visto" fulano ou beltrano, (lógico que ver nesse contexto é figurativo, significa notar, pela voz).

E tinha um recurso bem legal, que eram as salas privadas, funcionava da seguinte maneira, se você curtisse alguém e o papo fluísse e a pessoa aceitasse conversar em privado, os dois apertavam uma combinação de teclas do tipo *#*, #123, ###, e algumas outras, cada uma era de um jeito, e nem tenho certeza se digitei certo, mas era algo assim, só que os dois tinham que apertar juntos, e é aí que morava o problema, tinham pessoas que eram conhecidas como "corujas", porque entravam e não falavam nada, ficavam em silêncio, só na "coruja" ouvindo a conversa das pessoas e quando as pessoas combinavam de ir para o privado, as "corujas" apertavam a combinação junto e acabavam entrando na sala com aquela pessoa no lugar da outra, rsrsrsrsrs

A geração de onde hoje nunca saber o que é isso, mas essas salas criou muitas amizades, aqui no RJ por exemplo tinham vários grupos de encontros nos shoppings de pessoas que se encontravam nessas salas e depois de meses conversando marcavam de se reunir, as salas eram por temas que variavam por bairros, cidades, idades, evangélicos, sexo, gays, lésbicas, e muitos outros temas.

Muitos namoros, relacionamentos e até casamentos saíram dessas salas de bate papo, pelo menos aqui no RJ isso era muito difundido, e fez parte da cultura carioca durante os anos 2000.

VAMOS AO FATOS DE FATO (rsrsrsrs)

Eu sempre tive uma tara absurda por me relacionar com lésbicas, não sei explicar, mas quando era jovem eu morria de tesão, ficava navegando pelas salas de bate papo na internet, e nas de telefone com o tema "lésbicas" justamente pra tentar encontrar alguém que embarcasse num papo legal, era comum conseguir, mas daí a levar pra algo real era super difícil, até aprendi a mudar a vozes fingindo de mulher e lérias também só pra conseguir esticar o papo por mais tempo rsrsrsrsr.

E foi numa dessas que conheci uma mulher maravilhosa, da cidade de Itaboraí, aqui no RJ, que aqui vou chamar de Marcela e que depois acabamos nos tornando grandes amigos, e uma amizade bem legal que durou anos.

Marcela era auxiliar odontológica, trabalhava com uma dentista que também era lésbica, e tinha um relacionamento meio conturbado com uma "sapatão" (era como chamavam antigamente as lésbicas que se vestiam de maneira masculina, acho que depois passaram a chamar de Boyzinho, não tenho muita certeza, as femininas eram chamadas de Lydes), eu não sei o nome dela, mas aqui vou inventar um nome pra ela, "Prisicilão", só pra facilitar a construção do texto.

Então o casal era assim Priscilão bem masculina, "sapatão" e Marcela, que era bem feminina "lady", toda sensível, boa filha, morava em cima da casa dos pais e tinha uma excelente relação com a família, toda responsável com as coisas de trabalho e da vida, mas era totalmente dependente emocionalmente de Priscilão, era quase que um domínio afetivo.

O problema é que relação a delas tinham muitas idas e vindas, parece que Priscilão além bem bruta, era bem ciumenta e controladora também, e Marcela tinham muitas carências emocionais por ser bem sensível e feminina, dentre elas a vontade louca de sentir um pau pulsante de verdade.

E como nos conhecemos numa fase onde o relacionamento delas estava naquele "time", elas estavam distantes, só que era um "distante, mas ligadas", Priscilão não liberava Marcela de vez, a mantinha sob um certo domínio afetivo.

Depois de muito tempo nos falando por telefone, e conversando todo tipo de putaria, decidimos nos conhecer, e como era de costume, eu sempre convidava as mulheres que eu conhecia para irem à casa de swing, Marcela estava alucinada com a ideia de conhecer e ver esse mundo, coisa que Priscilão nunca permitiria, marcamos de encontrar em Itaboraí, pertinho da antiga casa de Shows ITA SHOW, deixamos a moto dela em posto de gasolina, e fomos no meu carro pro centro do RJ, numa boate liberal chamada Mistura Certa, que existe até hoje, e particularmente acho que é a melhor casa de swing do RJ.

Chegamos na casa e ela ficou maravilhada com tudo que viu, rodamos em todos os ambientes, não rolou nada com ninguém, apenas entre nós 2, ela estava louca de tesão, estava alucinada, por vários motivos, pela adrenalina de estar longe do controle de Priscilão numa fase de namoro interrompido, se sentindo livre, por estar segurando e mamando um pau de verdade, ela só mamava o pau de borracha do Priscilão, e depois por estar em um lugar que exalava cheiro de sexo, entramos no labirinto, ela ficou louca de tesão vendo as pessoas transando abertamente no labirinto, fomos na cabine glory hole e ver as pirocas entrando pelos buracos a deixou completamente extasiada, fomos na cama de baco e ela ficou maluca de tesão ao ver mulheres transando entre si, pra ela foi um completo "burburinho mental", depois de um tempo resolvemos sair e irmos para um lugar mais reservado onde pudéssemos curtir a dois.

Eu trabalhava em Duque de Caxias, na refinaria da Petrobras (REDUC), já disse isso em outros contos, e nesse dia eu estava de plantão, que era de 24 horas, saímos da casa de swing, pegamos a linha vermelha e fomos direto pra lá, chegando lá e fomos pra minha sala, era por volta de 2 da manhã, já entramos nos agarrando e nos beijando, os nossos corpos pareciam estarem pegando fogo, como 2 vulcões em erupções libidinosas, o tesão era incontrolável, ficamos completamente nús e transamos em cima da minha mesa de uma maneira intensa, primeiro com ela de frente pra mim, depois eu deitado e ela sentada cavalgando em cima de mim, depois ela d4 na poltrona, ela de pé encostada na parede de costas pra mim toda empinadinha, transamos em muitas posições mesmo, raramente eu vi uma mulher com tanta fome de pica como ela estava naquele dia.

Depois eu e a coloquei sentada na minha cadeira de costas pra mim, aquelas cadeiras giratórias com rodinhas, de escritório, ela ficou sentada de costas, eu sentado na poltrona, reclinei o corpo dela pra frente de forma que a bunda dela ficasse empinada pra mim, posicionei meu pau na sua buceta e comecei a comer ela por trás, devagarinho, e ela gemendo e dizendo coisas tipo, come a sua puta, come a sua vadia, ahhhhhh, que delliiiiciiiiaaaaaa, ela chegou a gozar 2 vezes nessa noite e sua fome de sexo não passava.

Foi quando eu pensei, eu vou tentar comer o cuzinho dela, tirei o pau da buceta, encostei a cabeça da piroca no cuzinho e fiquei dando pinceladas, e fui empurrando devagarinho, segurei os braços da cadeira e fui puxando a cadeira pra perto de mim bem devagar, à medida que eu puxava a cadeira a piroca ia entrando, fiquei assim um tempo e parei com a piroca no meio e senti ela tentando mastigar o meu com o cu, ela estava com muito tesão, ai eu fiquei empurrando e puxando a cadeira olhando meu pau entrar e sair ela gritando de tesão, aos poucos fui puxando mais até ela engolir meu pau inteiro com o cuzinho, até que que gozei dentro do cuzinho dela e caímos abraçados e exaustos na poltrona, abraçados e ofegantes.

Ficamos assim um tempo, ela deitada com seu corpo nú em cima de mim, descansando no meu peito, eu alisando o seu cabelo, era como se eu tivesse realizado um sonho dela, ela chegou a me agradecer, não sei explicar muito bem, mas o sentimento dela era como se eu tivesse sido um amigo que ela encontrou confiança e segurança para realizar um sonho sem correr o risco de atrapalhar a sua vida, sem que sua verdadeira essência fosse ameaçada, seus pais não podiam saber, seus vizinhos não podiam saber e principalmente Priscilão, e também descobri ao longo do tempo me relacionando com lésbicas que existe um preconceito enorme entre elas com lésbicas que se tornam bissexuais, tem até um caso famoso da cantora Ana Carolina que se declarou bi e foi meio que "cancelada" pela comunidade que a tinha como a grande musa lésbica delas, é um lance meio desconhecido da maioria das pessoas que estão de fora, e sem saber ao certo o motivo, de certa forma eu acabei lhe oferecendo essa segurança.

Mantivemos a nossa amizade por alguns anos, nunca mais fizemos sexo, mas sempre falávamos putaria e até fazíamos sexo virtual, mas nunca mais sexo real, e sempre que ela voltava no relacionamento com Priscilão, ela parava de falar por telefone comigo, ela era muita honesta consigo mesmo nesse sentido, ela não admitia sentir que estaria traindo Priscilão, mas como essas idas e vindas eram frequentes, ela sempre voltava a falar comigo, depois acabamos perdendo o contato e ficamos uns 3 anos sem nos falar.

Mas em 2011 quando eu trabalhei em Niterói, acabei encontrando com ela, ela estava indo visitar um fornecedor de material odontológico num prédio bem perto do prédio que eu trabalhava, não perdi a oportunidade, disse que ia com ela, fomos andando e colocando o papo em dia, quando entramos no elevador nos atracamos aos beijos cheios de tesão um pelo outro, logo chegou o andar, ela entrou e fiquei esperando do lado de fora da sala, depois batemos mais um papo rápido, e nessa ocasião ela não quis me passar o telefone atual porque estava de bem com Priscilão e essa foi a última vez que tive notícias dela.

Marcela não foi a única Lésbica que tive o prazer de me relacionar, mas sem dúvida alguma a melhor e a mais marcante, e eu era louco que ela falasse de mim pra dentista que ela trabalhava e que me apresentasse a ela, ela já havia me mostrado fotos e eu era louco de tesão nela, mas isso é coisa pra coisa pra outro conto.

E vocês já ouviram ou viveram histórias parecidas? Alguém aqui conheceu essas salas de bate papo por telefone? Será que Marcela e Priscilão ainda estão juntas?

O que você achou dessa história? Deixe aqui nos comentários o que você achou.

Tags: casada, casada carente, tesao, conto erotico


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