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Acordes e desejos

"A iniciação da Manu"

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O verão em Curitiba tem um ritmo próprio. Diferente do inverno cinzento, as tardes no Jardim Social terminam quase sempre com aquele céu alaranjado e um calor abafado que só é interrompido pelas pancadas de chuva de fim de tarde. Naquela noite, o ar ainda estava pesado e úmido, e o cheiro da terra molhada do nosso jardim entrava pelas janelas abertas da sala. Eu e a Manu estávamos jogadas no tapete, com o ar-condicionado no mínimo apenas para circular o ar, dividindo uma garrafa de vinho branco bem gelado para espantar o calor.
O Fabiano estava no andar de cima, no estúdio caseiro, resolvendo detalhes dos próximos shows da banda. Eu observava a Manu; ela usava apenas um short de seda e um top leve, os cabelos loiros presos num coque desfeito, mas seus olhos azuis estavam distantes, fixos na piscina iluminada lá fora.
— Lari... aquela história que você começou a contar no jantar... sobre os meninos da banda — ela disse, voltando o olhar para mim. — Você parou logo na melhor parte.
Eu sorri, sentindo o gelo do vinho contra os lábios. A lembrança do ensaio na CIC na semana anterior, enquanto ela estava viajando, ainda fazia minha pele formigar.
— É que eu não sabia se você estava pronta para os detalhes, meu amor — provoquei, vendo-a se inclinar para perto. — O André, o Rafa e o Rogério... eles têm uma energia que não dá para explicar. No estúdio, com a porta trancada e o Fabi no comando, eles viram outra coisa. Eles não apenas tocam, Manu. Eles possuem, me foderam como nunca.
Contei para ela sobre a intensidade rítmica do André, a força bruta que o Rogerio trazia da bateria para o toque, e a precisão técnica e quase cirúrgica do Rafa.
— Foi como uma composição ao vivo, Manu. O Fabi regia tudo da mesa de som, e eu era o instrumento. Eu nunca me senti tão desejada e, ao mesmo tempo, tão poderosamente dominada.

O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som dos grilos no jardim. Eu via a respiração da Manu ficar mais curta. Ela sempre foi a nossa chama, a parte do trisal que mais buscava ultrapassar limites.
— Eu passei essa semana toda que passei fora imaginando o que vocês fizeram — ela confessou, a voz rouca. — Eu vejo como eles me olham nos bastidores dos shows. Lari, eu quero sentir essa vibração. Eu quero que o Fabi os deixe me possuir do mesmo jeito.

No dia seguinte, o calor em Curitiba estava insuportável. O Fabiano organizou o "ensaio técnico" na edícula da nossa casa no Jardim Social. O espaço era perfeito: isolamento acústico, ar-condicionado potente e uma vista privilegiada para a piscina.
Quando a noite caiu, a Manu entrou no espaço usando apenas um biquíni fio dental rosa vibrante. A fisionomia loira e radiante dela era o contraste perfeito para o cenário de amplificadores e guitarras. O André, o Rafa e o Rogério pararam o que estavam fazendo. A fome nos olhos deles era evidente; eles esperaram muito por aquele momento.
O Fabiano, encostado na mesa de som, deu o sinal. — Piazada, a Manu quer saber se vocês têm a mesma pegada que usam no palco. Não economizem nos acordes.

Eu me posicionei em uma poltrona no canto, observando minha parceira se entregar. A Manu se colocou no centro, e os três homens a cercaram imediatamente. O que se seguiu foi uma coreografia de desejo bruto e revezamento constante.
André, o vocalista, começou ditando o ritmo, segurando-a pela cintura enquanto a Manu se apoiava em um dos amplificadores de guitarra. Rogério, o baterista, trouxe a sua força característica. Ele era o mais imponente fisicamente, e quando se despiu, a Manu soltou um suspiro audível ao ver o seu pau enorme e grosso, uma visão que intimidaria qualquer uma, menos a nossa pequena loira. Ele alternava posições com André para garantir que a Manu sentisse a urgência de cada um. Rafa, o baixista, focava nos detalhes, explorando cada curva dela com a precisão que dedica às cordas.
A Manu estava em transe, guiando o revezamento. Em um momento, ela parou o movimento por um segundo e olhou para os três com uma audácia que me arrepiou.
— Vocês tocam como se estivessem no palco, mas eu quero a versão sem censura — ela disse, a voz rouca e firme. — Eu quero sentir o pau de vocês de verdade.. Eu quero que arregaçem o meu cuzinho. Agora. Fodam essa loirinha como se não houvesse amanhã.

O que aconteceu a seguir foi a consagração absoluta da Manu. Sob a luz azulada do estúdio, os três homens a envolveram numa posse simultânea e avassaladora. André e Rafa a posicionaram de forma estratégica sobre o estojo rígido do teclado.
— Olha essa raba branquinha... — rosnou Rafa, enquanto enterrava o seu pau enorme e grosso com força na buceta dela, fazendo a Manu arregalar os olhos com o preenchimento absoluto. — Vou te moer, sua vadia.
— Cala a boca e engole esse pau, loira safada — André ordenou, forçando o contato enquanto segurava os cabelos dela com força. — Você pediu por isso, agora aguenta o tranco.
Do canto da sala, o Fabiano observava tudo com um olhar incendiado. Ele se aproximou da Manu, inclinando-se para sussurrar no ouvido dela enquanto o Leo trabalhava no seu cuzinho.
— Isso, vai, minha putinha safada... — o Fabiano incentivou, a voz grave vibrando contra a pele dela. — Aguenta o pau deles, abre tudo pra esses caras. Mostra pra eles como você gosta de ser a puta da banda.
Era uma visão de puro êxtase: Rafa possuía-a avidamente na frente, enquanto Rogério explorava o cuzinho com uma precisão brutal. André reclamava a sua atenção total. A Manu estava completamente preenchida, gritando de prazer enquanto os três homens a levavam ao limite.
No clímax dessa sinfonia, André, Rafa e Rogério gozaram sucessivamente na boca da Manu. André, especialmente, veio com uma intensidade absurda, gozando em grande quantidade, cobrindo o rosto e a boca da Manu com uma porra quente e espessa, um ritual de posse que ela recebeu com um deleite absoluto.

Assim que a Manu saiu do estúdio para se refrescar na piscina, o ambiente ficou pesado. André, Rafa e Rogério se jogaram nos sofás, exaustos. Fabiano abriu quatro cervejas e jogou uma para cada um.
— Caralho, Fabiano... que cadela deliciosa tu tem em casa — André disparou, limpando o suor da testa com as costas da mão. — Essa guria é uma puta de uma performer. O jeito que ela pedia pra levar aquele pau enorme do Rafa no cuzinho... parecia que ia quebrar ela no meio.
Rogério deu um gole longo. — E aquela buceta apertada, mestre? Puta que pariu. Eu tava metendo com tudo na frente e o Rafa destruindo o cuzinho dela atrás... achei que a loirinha ia desmontar, mas ela só gritava pedindo mais porra. Que tesão de vadia.
Rogério sorriu, cínico. — O mais foda foi o final. O jeito que ela abriu aquela boquinha pra receber a porra de nós três... engoliu cada gota de porra como se fosse champanhe. Uma safada de primeira categoria.

Após o mergulho na piscina e a partida dos rapazes, subimos para a suíte master no Jardim Social. A Manu estava deitada atravessada na cama king-size, ainda nua.
— Vocês não têm noção do quanto eu estou orgulhoso hoje — Fabiano disse, a voz baixa. — Ver vocês duas se libertarem dessa forma... foi a maior prova de confiança que vocês poderiam me dar.
Fabiano inclinou-se sobre nós, beijando a testa da Manu e depois a minha. — Obrigado por serem tão putas comigo, minhas meninas. Obrigado por não terem medo de ser exatamente quem vocês são. Vocês são as minhas vadias favoritas, as donas de tudo isso aqui.
Eu sorri, puxando os dois para um abraço triplo. Naquela noite de verão, o nosso trisal selou uma irmandade de desejos onde o "ser puta" era a nossa forma mais pura de amor e liberdade.

Publicados 
Escrito por putinhakzada

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