Grupos
10 de ago de 2020


Minha esposa Ana é uma loirinha linda, de 1,60 de altura, olhos claros, magrinha, uma delícia, sempre desejei dividi-la com outros homens, mesmo antes de nos casarmos, e ela sempre relutou, depois de muito insistir eu acabei conseguindo, a princípio ela fazia meio a contragosto, mas hoje ela está uma mulher transformada, às vezes até fico um pouco assustado com a transformação que ocorreu nela, sorte tem quem cruza seu caminho na hora que ela resolve meter, às vezes nem escolhe, tivemos várias aventuras assim. Um dia desses vi ela se arrumando pra sair, estava maravilhosa, com um vestidinho vermelho que evidenciava seu corpo gostoso, cabelos soltos, de salto e super cheirosa, fiquei um pouco enciumado ao ve-la se arrumar pra sair sem mim, e quando perguntei onde iria, me disse que iria sair pra caçar, mas no fundo eu sabia que ela que seria a presa, pediu que eu a levasse até uma boate de rappers no centro da cidade e que aguardasse em casa que logo ela chegaria. Lá pelas tantas da noite ouço um carro parando em frente de casa, era a carona de Aninha, me escondi e fiquei aguardando os acontecimentos. Ana entra em casa acompanhada de seis negros altos e fortes, ela entre aqueles homens parecia uma bonequinha delicada e frágil, de onde eu estava pude ver aqueles homens gigantes cercarem minha esposinha, quase não podia enxerga-la entre eles, e de repente notei que eles já haviam tirado seu vestidinho e se aproveitavam daquele corpinho delicioso chupando e acariciando com aquelas mãos enormes tudo o que podiam, era um tesão ver aqueles seis monstros usando aquele corpinho indefeso entregue praqueles brutamontes, Aninha quase nem precisou se abaixar muito pra começar a mamar nos cacetes daqueles negros, que de onde eu estava notava que todos eram muito grandes, e mesmo assim minha mulherzinha abocanhava e engolia o quanto cabia em sua boquinha, um dos negros sem perder tempo segurou Aninha pela cintura e enfiou o caralho de uma vez só em minha esposa, que alucinada no cacete daquele macho pedia pra meter forte, enquanto chupava com vontade os outros negros, os homens eram tão grandes e fortes que às vezes eu nem conseguia ver Aninha no meio deles, só via os movimentos das metidas e o som abafado dos gemidos de minha mulher, que sem descanso era currada por aqueles sortudos. Foderam ela de todo jeito, eles se revezavam em sua bucetinha e sempre tinha alguém mandando ver nela, a deitaram de costas no sofá e um daqueles brutamontes fodeu o cuzinho de Aninha, que engolia aquele caralho quase até o talo, foderam seu rabinho fundo e sempre com violência ao mesmo tempo que riam e se alternavam na sua bundinha, resolveram então fazer um dupla penetração nela, e a colocando sentada de frente com a xaninha atolada no cacete de um deles, outro negro fodeu seu cuzinho a castigando sem piedade, eu quase nem enxergava minha esposa entre eles, de onde eu estava só via quando os caralhos saiam e entravam forçando a entrada com movimentos acelerados nos buraquinhos de minha linda esposa, que urrava e desafiava aqueles negros a foderem mais forte, quando todos meteram em Aninha até cansarem, alguns gozaram dentro de seu cuzinho e de sua xaninha, que a meu ver pareciam estar arrombados por aquelas toras descomunais, outros preferiram gozar dentro de sua boquinha que sedenta bebeu o que pôde do leite daqueles machos. Foderam minha mulher quase a noite toda e quando foram embora pude notar que Ana havia sido literalmente arrombada por aqueles monstros, escorria porra de sua bundinha e da xana, ambos com os buraquinhos bem castigados, não sei dizer se ela faz isso por prazer ou pra me humilhar, e vendo ela jogada no sofá daquele jeito, toda fudida me dá muito tesão, só não sei qual será o limite dela

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