Escrito por Anônimo

Grupos
29 de jul de 2019


Eu nunca pensei que veria isto em uma sessão de hipnotranza.

Há alguns meses atrás a minha amiga Raquel me fez um pedido especial, ela me pediu para que eu fosse à sua casa para fazermos uma sessão de hipnotranza, ela me disse:

-Venha, mas venha preparado, precisamos muito de você, estarão aqui além de meu marido, um casal de amigos.

Eu suspeitei do quela queria e eu estava certo.

A hipnotransa não e uma "transa" na verdade é uma terapia que visa curar traumas sexuais e problemas ligados a isto, mas, de vez enquando funciona como um show de hipnose e esta era a intenção da Raquel.

A Raquel queria dar um presente aos seus convidados, uma festa particular com direito a muito sexo.

Não demorei a chegar, ao chegar por volta das 19:45 estava tudo muito lindo, uma mesa bem arrumada para um jantar, bebidas e som ambiente, tudo muito fino e chique.

Raquel me apresentou a Maricélia e Josiel, o casal de amigos de quem havia me falado, a Mari como a Maricélia prefere ser chamada devia ter por volta dos 27 anos, Mulata perfeita, rosto perfeito, bunda grande, cochas grossas corpo magro e buceta volumosa, estilo globeleza, já o Jó como o josiel prefere ser chamado, tinha seus 46, gordinho e super gente boa.

Jantamos e após o jantar a Raquel pediu que eu fizesse um showzinho particular de hipnose, mas um show dentro do contexto do swing, pois o tesão iria rolar solto naquela noite.

Comecei o show com algumas coisas bem básicas, técnicas de mãos e olhos colados, fiz as mãos do Jó ficarem presas aos seios da Mari, amnésia de nomes entre outras coisas, foi quando a Lucineide a empregada ficou ali meio que escondida olhando, mas a Raquel simples como sempre, pediu que a Lucineide viesse até a sala e assistisse como todos.

A Lucineide meio desconfiada, ao longo dos seus 30 anos nunca deve ter visto algo assim.

Raquel é uma mulher linda corpo naturalmente atlético, morena clara, bunda grande, peitos bem pequenos e um tesão avassalador.

Ela sempre demonstrou muito tesão ao ver o seu marido comendo outras bucetas e naquela noite ela tava com a prexeca latejando, por isto me propôs:

-Soares, põe a Neide (Lucineide) em transe!

-Eu não, dona Raquel, eu não gosto dessas coisas.

Disse a Neide sorrindo, então em chamei a Lucineide expliquei do que se tratava a hipnotransa e ela topou.

Fomos a sessão, pus a Neide sentada numa potrona que estava numa especie de palco improvisado e lhe disse:

-Neide, você não irá fazer nada do que você não queira, ok?

-Ok!

- Fique confortávelmente sentada e vamos a sessão.

A Neide não demorou a entrar em transe, fiz com ela todas as coisas básicas que já havia feito com os demais, inclusive a fiz ter orgamos hipnóticos, toda vez que eu dizia seu nome.

Mas os planos da Raquel eram mais pervesos e com toda safadeza do mundo pediu:

-Soares, uma vez eu vi alguém hipnotizado comendo cebola como se fosse maçã, podemos fazer com a Neide?

-Sim, claro!

-Mas ao invés de cebola, quero que ela chupe outra coisa.

Nossa, confesso que tremi na base e perguntei:

-Que coisa Raquel?

-Relaxa, sugere a ela que ela vai chupar sacolé e eu ponho algo na boca dela.

Então, sugerir que a Neide chuparia um delicioso sacolé.

Nessa hora a Raquel abriu os botões de sua blusa, soltou o sutiã e colocou aqueles dois peitinhos lindos para fora, nossa, meu pau quase não se aguentava na cueca.

-Neide, você agora vai chupar sacolé põe na boca!

A Raquel colocou seu mamilo direito na boca da Neide que chupava com todo gosto e dizia que era de morango.

A Raquel gemia muito e o Diógenes seu marido colocou o pau para fora e foi até a Raquel, que com muito tesão chupava.

Eu só podia deixar a putaria rolar por mais alguns minutos, mas a sessão tinha que continuar.

Então dei uma nova sugestão a Neide:

-Neide, você sentirá muito tesão toda vez que ouvir a palavra pau e vai tirar uma peça da sua roupa.

Então, todos sabendo começamos a conversar propositalmente histórias picantes incluindo a palavra pau, não demorou e a Neide já estava toda nua.

A visão era perfeita, a Neide era bem branquinha, meio gordinha, mas bem feita de corpo, buceta com bigodinho de Hitler, uma mulher muito gostosa.

Eu trouxe a Neide de volta do transe, ela me olhou sem jeito, pensei que fosse por está nua, mas ela deu um sorrisinho de canto de boca e eu perguntei:

-Te incomoda ficar nua assim?

Ela sorriou e safadamente colocou o dedo na buceta, depois passou na minha boca de uma maneira bem erótica, arrancando risos dos presentes.

Dei um comando e ela voltou ao transe, então eu disse:

-Preciso de uma voluntária.

A Mari, louca de tesão de tesão sem pensar duas vezes se ofereceu então falei:

-Mas , vai ter que ficar nua!

Mau fechei a boca e a Mary fez um strip, eu expliquei que ela teria que ficar de quatro, pois a sugestão era que a Neide , enfiasse um consolo em seu cuzinho enquanto retirava e lambia.

Foi bonito ver a cena, a Mary com aquela bunda perfeita empinada enquato a Neide enfiava, os gemidos eram mais eloquecedores, a cada enfiada.

O Diógenes aproveitou a deixa, pediu licença ao Jó e enfiou o pau na boca da mulher dele que lambia sua glânde como uma cadela no cio.

A Raquel também tirou toda sua roupa e sentou-se no colo do Jó que a fudia maravilhosamente.

Enquanto eu era o maestro de toda aquela putaria.

-E você Soares, não vai comer ninguém não?

Perguntou a Raquel, eu respondi que ainda tinha muito a fazer, mas ela insistiu vindo até mim, deitou-se no chão e abriu as pernas como uma puta, foi impossível resistir, meti o meu pau naquela buceta escurinha típica das morenas latinas.

Depois de quase meia hora de muita putaria a Mary e a Neide játinha se penetrado com um consolo em tudo que era buraco, quando eu dei nova sugestão:

-Neide, agora você terá orgasmos múltiplos com todos os homens desta sala, você sentirá tesão 100 vezes mais forte todas as vezes que ouvir a palavra puta, e gozará como nunca gozou, detalhe, iremos reversar numa DP, de maneira que todos possamos comer sua buceta e seu cuzinho.

Enquanto a Mary e a Raquel se pegavam loucamente, nos homens revesavamos nos orifícios da Neide, e só de sacanagem a palavra puta era repetida sempre enquanto isso a Neide gemia.

-Ainnn! Que delícia, nunca dei assim para tanto macho!

A buceta da Neide já estava tão molhada que tudo entrava com facilidade, seu cuzinho já estava igual a bandeira do Japão de tanta pica que havia tomado.

A Neide naquela noite gozou com cada um de nós, a Mary foi um caso a parte.

Depois de termos quase esfolado o cu e a buceta da Neide, resolvir brincar com a Mary, a final, não sou maluco de dispensar uma deusa daquelas, a Raquel foi brincar com os meninos e a Neide.

Eu fiquei com a Mary.

Ela veio sambando como passista para o meu lado, empinando o rabinho e ralando no meu pau, pos as mãos sobre a mesa e empinou, eu não contei história e fui logo metendo naquela buceta molhada e melada por todas as picas presentes, mas a Mary tirou o meu pau da sua xana, o que ela queria era tomar no cuzinho, então eu metia quase até as bolas enquanto apertava seus seis ela gemia:

-Aí filho da puta, o Jó nem chega aos seus pés!

Ela gritava;

-Jó, seu corno do caralho. Olhe e aprenda como se come um cu, aí, aí me fode, vai!

Nessa brincadeirinha gozamos juntos, a brincadeira continuou grupalmente na piscina e foi um noite maravilhosa.

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M. Soares o Hipnotransapeuta


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