Escrito por Anônimo

Fato
25 de jul de 2019


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Era Quinta-feira, 13 de maio de 2017, às 3: 20 da tarde quando meu celular tocou, era um cliente marcando uma sessão de hipnoterapia sexual ou, hipnotransa, ele alegava que sua esposa tinha muitos traumas e que aqueles traumas sexuais atrapalhavam seu relacionamento, de fato, traumas são um problema sério, porém curáveis com uma única sessão na maioria das vezes.

Já era tarde e chovia um pouco, estava bastante frio.

Eu protamente fui até a residência dos mesmo para uma sessão.

Ao chegar, toquei a campainha, demorou um pouco e ela me atendeu, eu me apresentei:

- Oi, sou o Soares o Hipnotransapeuta.

-Oi, sou a Karina, esposa do Beto, entre por favor.

Ela me cumprimentou com um beijo no rosto e nós entramos.

O seu perfume era extremamente marcante, com um leve toque adocicado.

Ela vestia uma camiseta regatinha rosa e calça leging preta, seu corpo era escultural, suas curvas magnificas, uma bunda perfeita, e um pacotão que engolia a leging formando uma bela fenda.

Ao entrar me convidou a sentar, a sala estava clara e quentinha, havia uma música ambiente:

- Sente-se por favor, eu vou chamar o beto, deseja -beber algo?

-Desculpe, mas, eu não bebo.

O Beto não demorou a chegar e me contou o porquê de ter contratado aquela sessão.

-Olha Soares a Karina, tem estado diferente nos últimos dias, na verdade desde que nos casamos é assim, mas agora piorou, sabe, anda meio insatisfeita com seu corpo, reclama dos seios, da bunda e até da pepeca, mas não é só isso, ela diz não sentir mais o que sentia quando nos conhecemos, me diga, isto pode ser tratado?

Foi quando a karina tomou a palavra e disse:

-De fato é como ele, falou, mas não é meu corpo que incomoda, eu queria voltar a ter prazer com o Beto, sabe, eu o amo, mas não é mais a mesma coisa , eu queria sentir todo tesão novamente.

Eu pensei por alguns momentos e fui direto ao ponto e alí na sala mesmo, expliquei para eles todos os passos e o que faríamos, disse para que não tivessem medo, afinal, hipnotransa é só foco e concentração:

-Bom, vamos começar a sessão, preciso que você sente-se confortavelmente e feche os seus olhos.

Ela sentou e eu fiz uma indução hipnótica na Karina, que não demorou a entrar em transe, fizemos uma regressão para descubrimos as causas dos traumas e tudo ocorria muito bem, o Beto acompanhava de perto, até que me pediu:

-Soares, me ajuda com uma fantasia?

-Que fantasia, Beto?

-Tem como fazer a Karina topar sexo a três novamente?

-Beto, a hipnotransa não funciona assim, não posso fazer isto se a Karina não quiser!

Seguimos a sessão de regressão até o final, descubrimos as causas dos traumas com o corpo, tratamos e a Karina se sentia bem melhor.

Ela voltou do transe muito mais feliz, porém não tratamos ainda a questão da falta de tesão pelo Beto.

Karina contou como se sentia, mas Beto interrompeu:

-Olha Ka, não quero que fique chateada, mas vamos tratar do que é mais importante, permita que o Soares faça você regredi ao ponto onde ainda tínhamos muito tesão um pelo outro.

-Ok, Soares, estou pronta.

Pus a Ka em transe outra vez, regredimos ao ponto onde o tesão se acabou, ressignificamos aquela situação, ou seja tratamos, depois, regredimos até um momento onde a Ka era só tesão.

Durante a sessão a Ka começou a descrever a cena que via, para ela era tudo muito real com riquezas de detalhes e senssações, a cena era ela e o Beto em uma balada, os dois resolveram sair e irem para a casa da mãe do Beto que estava vazia, a Ka descrevia a cena picante enquanto se tocava, eu comecei a ficar exitado com tudo aquilo, mas, como um bom profissional, respeitava o tempo todo.

A Ka começou a tirar a blusa, ela estava sem sutian, então eu quis enterromper, Beto pediu que não, mas o fiz mesmo assim, porém a ka me disse:

-Pode continuar, não é Beto?

-Lógico!

Então, continuamos e ela tirou a camiseta.

Nossa que peitinhos lindos, bicos rosadinhos, barriguinha perfeita, aquilo me deixou louco e o Beto percebeu, a ka começou a tirar a calça em um transe maluco.

Então, parei outra vez, ancorei aquelas sensações à Karina trouxe-a de volta do transe e sugerir que os dois transassem realmente, foi quando a karina topou, mas o Beto sugeriu:

-Soares, fique para nos ajudar, você pode observar, se isto não te incomodar.

- Quer isto, incômodo nenhum, estou aqui para ajudar, o que você acha Ka?

-Ué? Demorou, nunca senti tanto tesão na minha vida, vai ser bom ter alguém olhando, acho que apiminta.

Eu alí sentado em uma poltrona em frente ao casal , assistia e dava em altava voz os comados hipnóticos que faziam a Ka recordar aquelas sensações do ínicio do namoro, e ela ficava cada vez mais louca e beijava o Beto com muita vontade, até que, tirou toda a roupa do Beto que na sequência passou a chupar os seus peitinhos maravilhosos.

A ka pos a sua mão sobre a buceta, o Beto literalmente rasgou a calcinha dela expondo aquela bucetinha raspadinha e de lábios salientes, enfiou lhe os dois dedos e a putaria rolava solta, quando a Karina parou e disse:

-Soares, se quiser se tocar uma punheta fique a vontade!

Logo ficou de quatro em minha direção enquanto chupava o pau do Beto.

Não tinha como resistir a cena, a quela bunda em minha direção, aquele cuzinho maravilhoso e aquela pepeka latejando me deixaram louco.

Eu não resistir pus o pau para fora e bati uma punheta, o Beto começou a me olhar diferente e se aproximar, confesso que me incomodei e na hora em que eu ia esconder o pau o beto disse:

-Não faça isso, espera.

Meio em minha direção e pegou no meu pau com gosto, como quem tá com muita vontade de dar o cu.

Arregaçou, mas para a minha supresa chamou a karina e pediu para que ela me chupasse, eu já estava louco com aquilo tudo, então deixei, enquanto o beto segurava ela chupava, Beto solto e passou a fude-la enquanto ela metia a boca no meu pau, Beto colocou os dedos naquele cuzinho e colocou no meu nariz, e disse;

-E aí Soares, topa uma DP?

Não pensei duas vezes, aquele cheiro do cuzinho da Ka me enloqueceu, enfie o meu pau até o talo por minutos.

Mas a Ka estava insaciável, troquei de posição com o Beto e passei a fuder aquela bucetinha rosada.

Beto, parou um pouco e eu continuei com a Karina, enquanto o Beto encontrou um consolo antigo da Karina e enfiava no seu próprio cu, quando a Karina pediu.

-Soares, comi o Beto?

Eu fiquei receosso com o pedido, mas confesso que fiquei balançado, eu nunca comi um cara na minha vida.

-Melhor não, Karina, deixa pra outra hora, vem cá vem?

Beto gozou com o consolo enquanto a karina kikava no meu pau. E gemia gostoso.

-hummmm, come minha bucetinha vai!

Me fode, seu puto, vai ter que me fazer gozar, quem mandou você não comer o cu do Beto.

Fode, fode porrra, filho da puta...

-Nossa, deliciia!

-Goza na minha bucetinha vai, já que o corno do beto gozou com um consolo, goza vai, hummmmm, ainnn.

-Deixa comigo sua puta!

Eu fodia a Karina como o Beto já mais havia fudido, e tudo isto na frente dele, que só sabia enfiar o consolo no cu e se masturbar.

Eu apertava aqueles peitinhos, ela mordia minha boca até que:

-Ainn Soares, eu vou gozar, seu puto do caralho ainnn...

Eu fui junto explodimos o gozo no mesmo instante.

A Ka ficou alí fodida e satisfeita, o Beto maravilhado com o resultado da hipnotrasa, encerramos a sessâo, tomamos banho a três, eu fui embora, mas o Beto e a Karina naquela noite fuderam mais três vezes...

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