Erótico
29 de jun de 2020


Resolvemos que passaríamos o final de semana no sítio de um amigo nosso. Como fazíamos nestas ocasiões, passamos na casa dele - vou aqui chama-lo de Paulo - e nos dirigimos para o destino. Era sexta-feira, início de noite e o Paulo se lembrou que precisava comprar algumas coisas para se fazer o jantar, por está razão não fomos diretos, resolvemos passar em um comerciozinho, venda, próximo. Chegando lá tinha um sanfoneiro e alguns homens cantando e bebendo. Após fazermos as compras, resolvemos tomar uma cerveja, para aproveitar o ambiente festivo e alegre. Assentados e começamos a beber, inicialmente cerveja e depois cerveja, conhaque, etc. Após algum chegaram outras pessoas, homens e mulheres, pedimos tira gosto e prosseguimos bebendo, comendo e cantando.

Ao nosso lado, alguns homens e mulheres começaram a se beijar e dançar, ali mesmo.

Nesta hora o Paulo que já havia se levantado e esboçado umas dancinhas, me pediu permissão e vou dançar com minha esposa, que estava exuberante, com um vestido, sem costura, apenas um pano que devidamente dobrado cobria-lhe o corpo.

Começaram a dançar e logo o Paulo já foi aproximando o seu corpo ao dela para dia a pouco estarem coladinhos. Ele encostou o rosto no dela passou a beijar-lhe o pescoço e falava alguma coisa ao seu ouvido, que apesar de tentar ouvir, o barulho não me deixava escutar. Sabia que aquela altura ela estava molhadinha.

De repente param de dançar, o Paulo voltou para mesa, com o pau duro, querendo disfarçar, todavia sem sucesso.

Ao regressar do banheiro, entregou-me a sua calcinha, que logo percebi e confirmou o que para mim era óbvio, estava meladinha.

Acabamos de beber, nos despedimos do pessoal e fomos embora. Foi o tempo necessário para sair das vistas do pessoal da venda, minha mulher me mandou parar o carro e imediatamente passou para o banco de trás, onde estava o Paulo e me disse: Agora pode prosseguir pois eu vou dar para o Paulo aqui atras. Prontamente atendimento e pelo retrovisor interno, a vi tirando a pistola do Paulo, dura, para fora da calça e caindo de boca. Mamou por uns dez minutos e o Paulo gemendo feito um jumento, o que não era de se admirar, pois minha esposinha sabe chupar um pau. Após mamar muito aquela rola, levantou o vestido, já estava sem calcinha e de frente para o Paulo, enterrou aquele pau na sua buceta. Começou a rebolar na rola do Paulo e gemendo dizendo que estava gostoso pra caralho, até que disse: vou gozar. O Paulo não aguentando gozou dentro da vadia. Ambos permaneceram imóveis por alguns segundos, para recompor as forças e permaneceram assentados no banco de trás até chegarmos no sítio.

Desembargamos e antes de mais nada, peguei minha esposa, a levei para O quarto, chupei-lhe buceta cheia de porra do Paulo e depois a comi aquela buceta cheia de porra de outro macho. Gozei feito um cavalo.

Após isto, tomamos banho e continuamos bebendo, para depois irmos dormir, is três na mesma cama.

No próximo, conto a continuação.


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