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Erótico
14 de dez de 2022


Convidados para aniversário de um amigo fomos a sua casa, onde participamos de uma bela festa, com muita comida, muita bebida e muita gente bonita.

Era um sábado e estava decidido que íamos dormir por lá. Lá estavam, dentre outras pessoas, um amigo, cujo nome é Floriano - fictício - recém viúvo, muito legal, gente boa demais.

Ao chegarmos, por volta das 18h, eu e minha esposa, nos assentamos a mesa, na qual se encontrava o Floriano, juntamente com outros amigos e logo nos cumprimentos percebi que o abraço, da minha amada esposa, no Floriano foi mais caloroso e demorado, do que os demais.

A música já estava tocando e logo após começaram a servir a comida e as bebidas. Por volta das 22h, todos já estávamos bêbados e nestas situações as pessoas relaxam e se encorajam para fazer coisas, que não fariam se sóbrias estivessem.

Desde que chegamos percebi o interesse da minha esposa no Floriano, pois a todo momento se dirigia a ele para uma conversa que ficava só entre eles, ignorando o restante das pessoas. A todo momento ela passava a mão no cabelo dele, segurava o seu braço e acariciava sua perna.

Como o Floriano está viúvo, naturalmente sem trepar há algum tempo, sentiu o toque feminino e vi um volume aparecer sob sua braguilha.

A minha esposa, Bia - nome fictício - percebendo a situação do amigo e tarada por um cacete duro, passava a mão no pau do Floriano, por cima da calça.

Em determinado momento o Floriano se levanta e vai em direção onde se localiza o banheiro, contudo, não adentra, se dirigindo para trás da casa, onde os carros dos convidados estavam estacionados.

Passados alguns minutos, Bia sai na mesma direção e eu a tudo observo. Conhecendo a puta da minha esposa, já imaginava o que ela queria e iria fazer. Deixei passar algum tempo e fui atrás, chegando no estacionamento, a minha certeza estava exposta, o Floriano em pé, encostado no carro e a Bia com o seu pau duro na boca, mamando como uma bezerra.

Estavam com tanto tesão que não me viram chegar e a Bia permaneceu engolindo a rola, até que invertendo as posições no carro, Floriano levantou a saia da sua puta, que naquele momento gemia igual a uma égua no cio, tirou sua calcinha e enfiou seu cacete duraço na buceta da vadia.

Como havia alguns meses que ele não comia uma buceta, bastou algumas estocadas para gozar e encher a buceta daquela piranha.

Ele tirou o pau cheio de porra, de dentro da buceta e a Bia vorazmente, abaixou engoliu aquela jibóia, toda esporrada, lambendo e limpando o cacete do seu macho.

Confesso que ao ver aquela cena fiquei com um tesão do caralho, morrendo de inveja do meu amigo, pela foda gostosa e com inveja da minha esposa, pois o Floriano tem um belo cacete, grande e grosso. Por um momento queria estar no lugar da Bia.

Eu a tudo assisti, com muito tesão, batendo punheta, contudo me privando de gozar, pois queria guardar toda aquela porra para minha amada esposa. Sai do local sem ter sido percebido, retornei a mesa e logo depois os dois chegaram, como se nada tivesse acontecido.

Estava cheio de tesão e louco para comer minha esposa, com buceta cheia de porra de outro macho. Assim a chamei para irmos até nosso carro, pois queria pegar alguns pertences, para nos prepararmos para dormir. Chegando lá, nosso carro que estava ao lado do carro do Floriano, no qual ela acabara de meter, tirei o pau pra fora e a mandei chupar, sendo que ela disse não estar disposta, pois estava muito cansada, com dor de cabeça, sentindo cólica, pois estava chegando sua menstruação.

Percebi logo que não queria meter comigo.

Concordei, mas disse para ela que estava com muito tesão e queria gozar e comecei a bater uma punheta. Encostei -a no carro e enquanto batia punheta, com a outra mão, levantei a sua saia e gozei nas suas pernas.

A mulher enlouqueceu e me disse que aquilo, além de ser muito nojento, era também falta de respeito, pois ela era minha esposa e não as putinhas que eu estava acostumado a pegar.

Continuo amigo do Floriano, ele continua frequentando minha casa e quando ele chega dou logo um jeito de sair, vou a padaria, ao supermercado, ocasião em que demoro muito, para ele comer minha esposa.

Ele não sabe que o vi comendo minha amada esposa, naquela festa de aniversário e que a partir daquele dia não parou de come-la e come até hoje.

Todos os dias lhe desejo vida longa, para que continue comendo minha amada esposa.


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