Escrito por Anônimo

Erótico
26 de jul de 2019


A Sandra sempre foi uma garota meiga e carinhosa, apesar de todas as críticas e preconceitos que sofreu, ela é daquele tipo que sofre calada, mas chora sozinha, não é de se abrir com qualquer um.

A Sandra é do tipo gordinha gostosa, casou-se aos dezoito, agora com trinta e três não se sentia a mesma, sua alto estima andava lá em baixo.

Conheci a Sandrinha por acaso, quando fazia compras em uma loja de roupas.

Fiquei a observa-la escolhendo as peças, mas notava a decepção em seu olhar a experimentar cada peça.

Sérgio o seu marido pacientemente a ajudava a escolher, mas, ela continuava chateada e quase chorando.

Foi quando me aproximei do casal e ousadamente me apresentei, entreguei a eles o meu cartão e saí, sinceramente, eu não esperava muito, eu achava que eles o rasgariam e ignorariam, mas, dias depois meu celular tocou, era o Sérgio, nós marcamos um encontro, somente eu e ele.

Nos encontramos e o Sérgio me contou tudo que estava acontecendo.

A Sandra estava muito insatisfeita com o seu corpo, algumas marcas da idade já se notávam, e todos aqueles problemas que todas as mulhers enfrentam, mas, na cabeça da Sandra, apenas ela carregava isto consigo.

Expliquei para o Sérgio como a hipnotransa poderia ajuda-los a superar aquilo, ele ficou muito empolgado, ficamos amigos e nós três nos encontramos por várias vezes.

Finalmente o Sérgio tomou coragem e me convidou para ir até a sua casa.

Chegando lá fui recebido por ele.

-Olá Soares, meu velho, vai entrando aí!

-Opa, porta aberta cachorro dentro (Risos)

Entrei e como a casa do casal possuía cozinha americana, dava para ver da sala a Sandrinha preparando um café.

Ela estava com um shortinho branco bem curtinho, notei também que estava com uma calcinha vermelha, pois é, shorts brancos te entregam fácil.

Vestia também uma blusinha preta onde quase não cabiam aqueles peitões.

Nossa, a Sandrinha era a gordinha mais encantadora que já conheci, aqueles cabelos curtos encaracolados, cor de mel eram fascinantes.

O Sérgio foi direto ao assunto:

-Soares, te chamei aqui pra gente fazer aquela, como é mesmo o nome?

Sessão de hipnotransa.

(risos)

A Sandra trouxe um café para nós, conversamos por alguns minutos, lhes expliquei cada detalhe da hipnotransa e fomos a sessão.

-Sandra deite-se confortavelmente e relaxe!

A sandra deitou-se em um sofá cama alí na sala, ao deitar-se, notei a avolumada buceta que ela possuía, o shorts apertava tanto que parecia embalada a vácuo, mas seguimos a sessão hipnótica, fizemos uma regressão para tratar alguns traumas do passado, ressignificamos cada situação que os causou e finalmente a Sandra estava livre dos fantasmas do passado.

A o voltar do transe hipnótico ela estava mais confiante e segura de sí, mas , ainda faltava uma coisa, testar os resultados.

Então eu tomei a iniciativa e propus uma transa do casal alí mesmo, sem pensar a Sandrinha pediu:

-Beto, põe uma musiquinha no teu celular, quero fazer um strip!

- Muito bom , para quem tinha vergonha.

Começou bem.

A sandrinha começou a dançar e aos pouco foi tirando toda a roupa, enquanto assistiamos tudo aquilo.

O Sérgio parecia não se importar com tudo aquilo, apenas olhava fixamente para aquela buceta exposta a sua frente, rosinha como um morango, que de molhada brilhava intensamente.

O Sérgio a agarrou com força e abrindo o ziper da calça colocou o pau para fora.

Sandrinha ajoelhou-se e começou a chupa-lo alí mesmo.

Sérgio tirou sua camisa e ficou apenas de calça jeans, sentou-se no sofá, quando a Sandroca sentou-se no seu colo de costas para ele e de frente para mim que assistia tudo.

A cara de safada dela era impagável e seus gemidos enlouquecedores.

-Ainn!!! Que tesão! Fode minha buceta vai!!!!

-hum Delícia, rebola no meu pau, sua puta!

A sandrinha levantou-se vagarosamete, lembro me do barulhinho que sua buceta fez quando o pau do Sérgio saiu.

Depois ela desceu do colo do Sérgio sentou-se de pernas abertas para mim e pediu:

-Tira uma foto?

Tirei a foto, mas ela continuava de pernas abertas com uma cara de puta a me olhar, meteu os dois dedos na buceta e abriu para mim e disse:

-Vai ficar aí só olhando?

-Ué? Não posso sem antes pedir ao Sérgio, o que você me diz Sérgio?

-Come essa puta, meu velho!

Fiquei de joelhos entre as pernas da Sandrinha, sua buceta parecia ter sido feita sob medidas para o meu pau que entrava e saia frenéticamente, fiquei alí por uns dez minutos a penetrando enquando ela mordia meus lábios e gemia:

-Ainn, que pau gostoso, me fode vai, me fode tesão!!!

Coloquei a Sandrinha de quatro, Sérgio pôs o seu pau na boca dela, enquanto isso, eu enfiava naquele cuzinho até o talo.

-Humm, filho da puta, não teve pena nem do meu cuzinho!

-Pena?? Pena é o nome da cabeça do meu pau, toma sua puta.

Aquela sensação que esquenta a cabeça da pica que só quem já comeu um cu sabe, veio com tudo, eu não aguentei e gozei.

Naquela noite eu entrei com tudo naquela foda, gozei duas vezes, fizemos dupla penetração, fudemos em várias posições e depois daquele dia a Sandrinha nunca mais se sentiu mal com a sua aparência.


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