LEIA AS PARTES I E II, PARA QUE ESSA HISTÓRIA FAÇA SENTIDO.
Após o "almoço em família" eu ia todos os dias para a academia louco para que chegasse a tarde e eu pudesse me deliciar com minhas duas "namoradas" incrivelmente perfeitas, lindas, doces, maravilhosas, cheirosas e, o melhor: totalmente apaixonadas. Cada dia tínhamos mais sintonia, mais encaixe. Elas foram aprendendo a, rapidamente, ocupar os espaços, sabendo se posicionar da melhor forma possível para completar a interação de acordo como a outra estivesse posicionada, ou seja, se eu estivesse metendo na Paula com ela de quatro, Sara já se posicionava me abraçando por trás, com os peitos roçanco minhas costas e com uma das mãos segurava apertando firmemente minhas bolas (algo que me deixa alucinado de tesão). Pois bem, a rotina se seguiu normalmente, mas o final do ano se aproximou e com ele as férias. Eu tinha programado uma viagem para Tramandaí (praia) e, por óbvio iria com a "namorada oficial" e com a irmã de acompanhante, como amiga. Sílvia (a mãe), disse que não permitiria que Sara fosse junto, porque queria aproveitar as férias para fazer uma série de coisas com a filha e, também, porque não tinha sentido ela "ir de vela" com a gente. Claro que isso foi um balde água gelada em todos nós, pois tínhamos vários planos de inúmeras coisas para fazer juntos na viagem, desde transarmos no ônibus.
A viagem estava programada para dalí a duas semanas e era o tempo que tínhamos para reverter o problema, convencendo Sílvia a deixar Sara nos acompanhar. Dois ou três dias depois disso, estava terminando a última aula da manhã na academia e vi Sílvia falando com Paula (a porta da minha sala era de frente para a porta da sala do ballet e ambas eram de vidro). Paula retornou para a sala e Sílvia se virou e veio até a porta da minha sala e ficou parada, assistindo o encerramento. Quando os alunos saíram ela entrou e, como na primeira vez, me deu um abraço apertado comprimindo seus lindos e volumosos peitos contra meu tórax e trocamos três beijinhos. Disse: "Precisamos ter uma conversa séria!" Já imaginei que era sobre a viagem para Tramandaí e o fato de estar rolando enorme pressão de Paula e Sara, para que ela não se opusesse a que Sara nos acompanhasse, e falei que se sentasse para conversarmos, ao que ela me respondeu: "Aqui, não. Prefiro que seja lá em casa". E me perguntou se eu conseguiria naquele dia, à noite, enquanto as meninas estavam na faculdade. Respondi que sim, pois justo naquele dia eu não teria os dois primeiros períodos. Ficamos acertados dessa forma. À tarde, na foda diária com minhas duas deusas, contei que a mãe delas tinha me chamado para conversar e Sara falou que provavelmente ela me pediria para intervir e convencer as duas a pararem de insistir que ela fosse junto. Respondi a Sara que se fosse isso eu responderia que era um problema de família, e que eu preferia não interferir. Fui para casa tomar um banho e me tornar apresentável para conversar com a sogra em algumas horas. Estava ansioso. Primeiro por causa da possibilidade dela realmente estragar nossos planos para a viagem; e, segundo, porque tinha um tesão indisfarçáveis por aqueles peitos imponentes. Na hora combinada lá estava eu, na porta.
Toquei a campainha e Sílvia abriu. A cena diante dos meus olhos era de intimidar qualquer homem muito experiente e, considerem que naquela época eu era um garoto, iniciando a vida sexual, apenas com a sorte de ter uma namorada que me compartilhava com a irmã gêmea. Silvia estava com um conjuntinho de babydoll, com um shortinho preto de um tecido transparente, e na parte de cima uma peça que transpassava na frente e era amarrada com uma cordinha, do mesmo tecido totalmente transparente. Para piorar, estava sem sutiã e sem calcinha. A visão era estonteante e não sabia se olhava para seus peitos com aqueles bicos enormes, duros e apontando para o teto, ou para a buceta totalmente lisinha, sem um único pêlo. Eu nunca tinha visto uma buceta lisinha, não era comum naquela época, e Paula e Sara tinham pelinhos loiros, curtinhos, macios. Ela me olhou, paralisado na porta e disse: "Tá assustado? Com medo? Nunca viu?" e me mandou entrar. Sentei em um sofá de três lugares, bem no canto, esperando que ela sentasse na poltrona, no lado oposto da mesinha de centro. Mas, não, ela sentou ao meu lado, muito próxima e se virou de de lado, trazendo as pernas para cima do sofa, em posição de lótus, o que fez com que o shortinho folgado se deslocasse, revelando uma buceta maravilhosa, entreaberta, visivelmente molhada, que me fez lembrar a da Paula, na nossa primeira vez. Eu não conseguia parar de olhar e, em um grande esforço mantive os olhos fixos nos dela e perguntei: "Você me chamou aqui para deixar claro que não permitirá que Sara vá com a gente à Tramandaí?" Ela riu alto, na verdade gargalhou e disse que havia me chamado ali porque no dia em que almocei lá, após ter saído para a casa da mãe (avó das meninas), acabou voltando, pois tinha esquecido a carteira com o dinheiro do ônibus. Contou que ao entrar ouviu sussurros, risinhos e gemidos vindo do quarto dela e se aproximou silenciosamente para ver o que acontecia, e que ficou estarrecida ao ver uma das meninas sentada no meu pau e a outra na minha boca. Completou dizendo que ficou alguns instantes sem saber como reagir e quando ia fazer um escândalo e me colocar para fora da casa dela, se deu por conta que poderia criar algum trauma que atrapalhasse para sempre a relação dela com as filhas e, até mesmo, a sexualidade e segurança delas. Então, resolver sair em silêncio, sem dizer nada, afinal, o que está feito, está feito.
Nesse momento senti uma coisa estranha, com um calafrio percorrrendo todo meu corpo e uma sensação de formigamento, como se milhares de agulhas muito pequenas espetassem toda minha nuca, ombro, costas, e me preparei para ouvir ela dizer que não queria mais que eu visse as meninas, nem fosse mais à sua casa. Tentei dizer algo, mas as palavras não saiam e creio que somente gaguejei algumas coisas sem sentido. Percebi, então, que ela tocava o clitóris suavemente com uma mão e segurava o seio direito com a outra, olhando fixamente para o volume de minha rola que estava muito dura desde que a vi ao entrar. E, sem dizer uma palavra ela inclinou o corpo no sofá, para trás, deitando e abriu as pernas dizendo: "Me chupe, enquanto decido o que farei contigo". Não devo ter pensado nem por um segundo e cai de boca naquela buceta totalmente melada, que a essa altura já era capaz de fazer uma pequena mancha molhada, uma poça, de uns 10 cm no sofá. Lambi e chupei ela sofregamente, com a língua deslizando desde seu lindo cu rosado até ter o clitóris (que devia ter uns dois centímetros) entre meus lábios e ela gozou copiosamente, fechando as pernas ao redor da minha cabeça e contraindo violentamente o corpo. Foi um orgasmo intenso, demorado, delicioso, que melou todo meu rosto. Sílvia levantou, tirou minha bermuda e as cuecas e me agarrando pelo pau, duro como uma pedra, me levou para o quarto. Me empurrou para a cama e engatinhou em direção ao meu pau, colocando-o inteiro em sua boca (algo que eu nem sabia que era possível até aquele momento) e chupou com vontade, muita vontade, em movimentos longos, me fazendo gozar em cerca de uns 20 segundos. Foi um gozo farto e maravilhoso. Ela deitou ao meu lado, de ladinho, de frente para mim, sem soltar meu pau por um segundo e começou a me beijar. Foi um beijo longo, sem pressa, com sua língua invadindo minha boca, até que ela se afastou e perguntou: "Alguma delas já te chupou como eu?" e fiquei com medo de responder, de ser um tipo de teste, de pegadinha, algo para ela ter uma desculpa para me mandar embora e fiquei em silêncio. Ela insistiu na pergunta e, então respondi que elas me chupavam maravilhosamente bem, mas de uma forma diferente. Sem dizer nada Sílvia montou no meu pau e se inclinou sobre meu peito, me dando seus seios espetaculares na boca. Chupei longamente os bicos, segurando alternadamente cada peito com ambas as mãos. Ela me disse para segurar sua bunda firme e puxar e empurrar seu quadril para frente e para trás, e gemia profundamente com meu pau todo dentro dela. Era uma sensação nova que eu nunca tinha sentido antes e com mais alguns movimentos gozei mais uma vez fartamente dentro dela, que então começou a fazer movimentos subindo os quadris até ficar só a cabecinha dentro dela e sentando até nem um milímetro ficar de fora, quando gozou, se deitando sobre meu peuto e me beijando enquanto me molhava, nos molhava, molhava a cama toda. Ao sair de cima ela novamente ficou segurando minha rola com uma mão, enquanto nos beijávamos e então me disse: "Desde que meu marido faleceu, há oito anos, eu não tive outro homem. E desde o dia em que te vi com as meninas meu tesão ficou incontrolável, tendo que me masturbar várias vezes ao dia. Pensei em dar uma chance para alguns pretendentes que tentam namorar comigo há mais e cinco anos, mas me dei por conta que meu tesão, meu desejo, não era simplesmente em ter um homem dentro de mim, mas era pelo teu pau, era em ter você dentro de mim",
Meu pau que ainda estava duríssimo em sua mão começou a latejar e ela me perguntou se eu conseguia gozar de novo. A essa hora eu já tinha perdido o medo, já tinha passado o nervosismo e já me sentia o macho dela, do mesmo jeito que me sentia com as meninas, e então respondi: "Não só consigo, como poderia amanhecer te comendo, se não fosse o fato que as meninas estarão em casa em menos de uma hora". Assustada com o horário e com como o tempo havia passado rápido ela se posicionou de quatro e disse: "Mete no meu cuzinho e goza bem gostoso". Não precisou repetir e eu já estava até o talo dentro dela. Fiquei bombando por uns 10 minutos e anunciei que iria gozar. Ela rapidamente se virou, engolindo toda a rola e disse: "Goza na boca da mamãe, goza", e explodi em sua boca. Foi maravilhoso, uma gozada que levei meses para não pensar nela o dia inteiro. Enquanto eu me vestia ela falou que a partir daquele dia eu pertencia para ela. Que enquanto eu namorasse suas filhas teria que satisfazê-la sempre que ela me chamasse, e que isso seria nosso segredinho. Foram os cinco anos mais felizes de minha vida. Nossa cidade tinha um único motel, que passamos a frequentar com assiduidade. Troquei a moto por um fusca, para facilitar o transporte. Ela deixou que Sara nos acompanhasse a Tramandaí, mas essa já é outra história que contarei em outro momento. Como não tinha como ter uma desculpa para escapar da foda diária com as meninas, as transas com Sílvia exigiam uma certa complexidade. Ela inventou um namorado com o qual saia "antes das meninas chegarem da faculdade". Eu levava as meninas em casa após sair da faculdade e as deixava na porta do prédio. Após entrarem fazia a volta na quadra e pegava Silvia do outro lado e íamos para o motel. Era sempre maravilhoso, mas confesso que alguns dias se tornava extremamente cansativo, pois dava aulas pela manhã toda na academia, fodia a tarde inteira com as meninas, ia para a aula na faculdade e, pelo menos duas vezes por semana fodia Sílvia até umas três da madrugada. Mas foi a época mais feliz da minha vida.
