LEIA A PARTE I, PARA QUE ESSA HISTÓRIA FAÇA SENTIDO (DEPOIS, LEIA A PARTE III PARA SABER COMO TUDO TERMINOU).
É evidente que sequer consegui dormir naquela noite. Minha mente só conseguia se concentrar em fazer tudo de novo, exatamente do mesmo jeito, sentindo o mesmo prazer e proporcionando à Paula as mesmas sensações que ela jamais havia sentido antes. Tomei meu café ao levantar e fui mais cedo para a academia. Dei as aulas da manhã estando disperso, pois por mais que me esforçasse não era possível não pensar em chupar aquela buceta doce, linda e todinha minha. Fui para casa e almocei com pressa. Fiquei na esquina do apartamento dela, para não perder um único minuto e poder entrar assim que a mãe saísse para o trabalho. Ela mal dobrou a esquina oposta e subi as escadas correndo. Cheguei na porta do apartamento ofegante, ansioso e já excitado. Como no dia anterior, Paula abriu a porta antes mesmo de eu tocar a campainha, me puxando pela mão e me dando um longo e delicioso beijo. Disse para ela que faríamos tudo o que não fizemos no dia anterior devido ao pouco tempo que tínhamos e ela respondeu: "Não! Foi tão bom que quero que tu faças exatamente igual ontem, cada detalhe, como se fosse nossa primeira vez. Quero viver cada pequena descoberta como se ontem não tivesse existido". Na minha cabeça imaginei que ela tinha gostado tanto, a ponto de preferir viver novamente algo que já sabia ter sido bom, para somente depois partir para coisas novas. Fomos em frente e fiz como ela pediu, cada detalhe, até mesmo no momento de tirarmos as roupas. Quando a penetrei tive praticamente a mesma sensação da tarde anterior, como se pela primeira vez aquela bucetinha perfeita, rosada, inebriante estivesse recebendo um pau pela primeira vez: o meu. Ela teve um leve sangramento, mas disse que não sentia dor e que estava muito bom, que provavelmente era porque nunca tinha feito isso antes e estava levando pau pelo segundo dia seguido sem nem ter deixado a buceta descansar. E, foi tudo maravilhoso como no dia anterior. Isso virou uma rotina: academia de manhã, foder a Paula à tarde e faculdade à noite. Finais de semana a mãe dela não trabalhava, então ela sempre dava um jeitinho de ir para meu apartamento. Eu vivia praticamente no paraíso: tinha uma namorada inacreditavelmente linda, que era o desejo de toda a faculdade, e queria foder comigo todos os dias sem uma única folga.
Com o passar do tempo comecei a perceber algumas coisas estranhas. Com uma frequência um tanto perturbadora ela não recordava algum ou alguns detalhes do encontro do dia anterior, como se tivesse simplesmente deletado da memória, esquecia algum comentário ou elogio que eu havia feito, ou mesmo se surpreendia com determinada carícia, como se nunca tivesse experimentado aquilo. Cheguei a pensar que ela pudesse estar com algum problema de saúde e ela respondeu que a mãe a pressionava muito com os estudos e por transarmos todos os dias, praticamente a tarde toda, ela não tinha muito tempo para estudar e que isso era resultado de dormir pouco, estudar muito e estar sob intenso estresse. Para mim foi lógico e convincente a ponto de não mais tocar no assunto, mesmo quando os episódios eram muito surreais, afinal, isso já rolava há uns seis meses. Mas eu estava feliz, pois comia a mulher mais gata da cidade, da faculdade e, na minha cabeça, do mundo todo. Uma outra coisa me incomodava um pouco, que era o fato de ela só querer transar na cama da mãe e jamais ter me deixado sequer entrar no quarto dela, sempre dizendo que tinha vergonha, pois era muito bagunçado.
Numa determinada tarde eu estava socando nela de quatro, na beirada da cama e, não sei exatamente como isso aconteceu, ela escorregou o joelho perdendo o equilíbrio e caindo sobre a mesinha de cabeceira, onde bateu o antebraço, próximo ao cotovelo na quina, machucando sem seriedade, mas cortando a pele e resultando de imediato em um hematoma no local. Ela não deu muita importância e continuamos, como sempre, fodendo até pouco antes da mãe chegar. Ao ir embora, como de costume ela confirma que vai rolar de novo no dia seguinte e vou direto para a faculdade, pois tinha provas naquele dia. Dia seguinte mesmo ritual... Academia, almoço, espera da mãe voltar para o trabalho e a corrida ao encontro da buceta mais deliciosa do mundo. Entrei, nos beijamos e já corri para o quarto da mãe dela, tirando a roupa pelo caminho. Ela subiu na cama e tirou os tênis e as meias e, em seguida a saia, mas não tirou a blusinha branca, de manga comprida. Começamos todo o ritual e, quando ela montou no meu pau instintivamente tirei a blusa dela para poder chupar aqueles peitos sensacionais e percebi que ela não tinha nem um arranhão onde, no dia anterior, tinha machucado o cotovelo. Dei um pulo da cama questionando que porra era aquela, pois era impossível ter curado de um dia para o outro e ela tentou me convencer que tinha sido menos sério do que parecia, mas como eu não me convencia ela me surpreendeu dizendo: "Tá bom, Paula, saia daí que ele não vai se convencer"... E, de dentro do roupeiro saiu a Paula. Eram irmãs gêmeas e há uns sete meses eu transava cada dia com uma delas, na cama da mãe, sem faltar um único dia, e aos finais de semana uma ia ao meu apartamento no sábado e a outra no domingo. Eu não sabia se ficava muito puto com elas ou se comemorava a sorte de acertar duas vezes na megasena. Então chamei a Paula e disse: "Venha cá... Não temos mais nada a esconder, não é? Uma sabe que transo com a outra e ficou claro que uma sempre assiste a outra fodendo, escondida no roupeiro". E, pela primeira vez, transamos os três e foi absurdamente maravilhoso. Elas nunca se beijaram ou se chuparam, mas era comum uma troca delicada de carícias, como uma masturbar a outra quando ela sentava sobre meu pau de costas para mim, ou acariciarem os seios uma da outra com uma sentada na minha boca e a outra no meu pau.
Um dia Sara chega para mim e me convida para almoçar na casa delas, que a mãe faria uma lasanha deliciosa. Perguntei como haviam falado sobre mim para a mãe e Sara respondeu que eu era o namorado da Paula. Topei e no domingo, como combinado lá estava eu. Cheguei à porta e dessa vez ninguém a abriu antes de eu tocar a campainha. Mas logo após tocar surgiu uma mulher deslumbrante, loira, linda, de 34 anos, que parecia irmã das meninas e, sem cerimônia, me abraçou forte comprimindo meu tórax contra peitos deslumbrantes, enormes, mas firmes, sob uma blusa de alcinhas finas, que parecia que seria, a qualquer momento, furada por bicos entumescidos e firmes e me deu três beijinhos no rosto. Entrei, conversamos um pouco na sala e fomos para a cozinha para a prometida lasanha inigualável. Sentamos à mesa e a conversa rolou de boa com Silvia (a mãe) perguntando se eu sabia qual era minha namorada ao que respondi, de imediato, que sim. Então ela me pede para mostrar qual das duas é a Paula e claro que eu não sabia, mas apontei para uma delas e, por pura sorte acertei. Todos rimos e comemos, contudo eu não conseguia evitar olhar os peitos de Silvia, mas me esforçava para disfarçar. Ela percebeu e, em um momento nossos olhos se cruzaram assim que levantei os olhos do meio do seu decote e ela sorriu discretamente, lambendo os lábios. Após o almoço ela falou para as meninas: "Vou na casa da avó de vocês (era em um bairro no outro lado da cidade) e me perguntou se eu ainda estaria alí quando ela voltasse. Respondi que não e ela veio ao meu encontro e, novamente, me abraçou com aqueles peitos maravilhos contra meu corpo a ponto de eu sentir a pressão dos bicos, duros. Não consegui me controlar e tive uma ereção que tentei de todas as formas disfarçar, mas percebi que Silvia olhou fixamente para o volume que se formou sob minhas calças. Ela se despediu e Sara ficou observando da janela até ela sumir na esquina e, então, pegaram na minha mão e corremos para o quarto, todos nus rapidamente e passamos a tarde toda nos deliciando como sempre. Ao final do dia fui embora feliz, satisfeito, tendo gozado muito, me sentindo o homem mais sortudo do mundo, pois tinha as duas mulheres mais lindas da cidade somente para mim, mas não conseguia parar de pensar nos peitos da Sílvia.
Isso tudo foi muito maravilhoso, até acontecer outra surpresa que contarei na Parte III.
