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Duas é bom, mas três é muito melhor (Parte I de III)

"Sabe quando você acha que a vida está sendo muito generosa contigo e, de repente, ela mostra que pode ser muito mais ainda? Foi o que aconteceu nesse caso."

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Notas do autor

"Sou um homem maduro, extremamente experiente com casais, há mais de 35 anos no meio liberal. Alto, atraente, culto, bom papo, divertido, criativo, com barba e cabelos charmosamente grisalhos. Curto muito oral, toques, carícias, longas preliminares e gente que saiba o que quer, mesmo que não tenha a menor ideia de como tornar realidade suas fantasias. Tenho verdadeira obsessão pelo prazer da mulher e verdadeiramente me delicío ao ver uma bela mulher plenamente satisfeita."

Quando eu tinha 19 anos era instrutor em uma academia no interior do RS, em uma pequena cidade de cerca de 60.000 habitantes. Por razões bastante óbvias vou preservar os nomes das pessoas envolvidas, utilizando nomes fictícios, assim como a cidade. Na mesma academia havia, também, uma escola de ballet e nessa escola uma garota me chamava muito a atenção por sua beleza, graça e delicadeza. Acabamos nos aproximando e entre risos nervosos e toques suaves e despretenciosos, aconteceu um primeiro beijo que, rapidamente, evoluiu para uma paixaão avassaladora. Após algumas semanas de toques e carícias cada vez mais íntimas e intensas desejávamos, ambos, por nos entregarmos totalmente. Eu queria muito, mas ao mesmo tempo tinha receio de forçar a barra e a perder, então, ao final das aulas da manhã na academia ela se aproximou e após um longo e delicioso beijo sussurrou em meu ouvido: "Vá lá em casa hoje à tarde. Vou ser sua". Fiquei eufórico e excitado ao mesmo tempo, contudo lhe questionei sobre seus pais, ao que ela respodeu que o pai já era falecido e a mãe trabalhava o dia todo, retornando para casa somente após as 18 horas.

Quase não consegui almoçar, de tão nervoso e ansioso. Tomei um banho rápido após o almoço e me dirigi ao ponto de ônibus para ir até o apartamento dela. Não tinha toda essa neurose de portaria fechaca, porteiro, etc. O condomínio nem muro tinha, com acesso diretamente ao estacionamento que era em um amplo pátio em frente aos blocos. Segui nervoso, subi até o quarto andar do bloco dela e quando fui bater à porta ela abriu, visivelmente nervosa, vestindo um shortinho curto e uma camiseta solta, que marcavam os lindos seios como se os bicos fossem furar o tecido. Entrei e ela se pendurou em meu pescoço, com as pernas entrelaçadas na minha cintura e me beijou. Meu pau respondeu de imediato, duro como uma rocha e ela se mantinha com as coxas firmes ao redor do meu corpo e roçando suavemente a buceta contra meu pau, que parecia poder até quebrar de tão duro. Me olhou nos olhos e disse: "Quero ser tua na cama da minha mãe", e o nervoso, misturado com o proibido e com a ansiedade, não me deixou pensar. A peguei pela mão e fomos para o quarto. Então tirei sem pressa sua blusa, revelando um dos pares de seios mais fantásticos que vi em toda minha vida. Deslizei minhas mãos pelo corpo dela, a segurando pela bunda e a ergui, colocando em pé sobre a cama. Aqueles peitos maravilhosos ficaram na altura do meu rosto e os toquei com meus lábios, beijando e chupando cada centímetro, demorando propositalmente nos bicos, entumescidos, duros, rosados. Ela estava cheirosa, levemente tremendo, com uma vontade tamanha, que foi capaz de superar o natural medo e apreensão do momento.

Desci minhas mãos até os quadris dela e baixei a calcinha, molhada, na verdade encharcada de tesão. A buceta cheirosa, de pelinhos loiros e ralos, deixavba escorrer um fio de mel que descia por uns 15 centímetros em sua coxa. Ela ficou um pouco envergonhada e lhe disse para ficar tranquila que estava assim porque ela estava com muita vontade. Paula então perguntou se eu também ficava assim e lhe respondi: "Porque você mesmo não olha?" Ela desceu da cama e levantou minha camiseta até onde seus braços alcançavam para que eu terminasse de tirar. Abriu a fivela da minha calça, depois os botões e a baixou até meus tornozelos. Olhou o volume sob a cueca e sua respiração ficou mais intensa. Lambeu suavemente os lábios e começou a acariciar o pau que ficava mais rígido ainda como se fosse rasgar o tecido. Então começou a baixá-la e, ao forçar para que o cós vencesse a resistência da rola dura como uma rocha ela "saltou" batendo contra seu rosto. Ela sorriu e a agarrou com as mãos, acariciando tanto o corpo do membro como as bolas, de uma forma firme e ao mesmo tempo delicada e suave e me perguntou: "E agora, o que faço?". Então a tomei nos braços e após um longo beijo com ela no colo lhe disse que faria algo nela e ao terminar ela saberia o que fazer. A coloquei sobre a cama, meu corpo sobre o dela, meu pau entre suas coxas, forçando delicadamente a cabeça contra o clitóris e comecei a beijá-la primeiro na boca, depois no pescoço e fui descendo pelos seios, até chegar na virilha. Deslizei minha boca sem pressa ao redor da buceta dela, sem a tocar em nenhum momento e então tomei o clitóris entre os lábios, enquanto minha língua deslizava suavemente em toda aquela fenda maravilhosa. Ela gozou várias vezes, até pedir que parasse porque precisava recuperar o controle sobre o próprio corpo. Então me deitei ao seu lado e passei meu braço sob seu pescoço a trazendo para junto de mim.

Ela me beijava e manipulava o pau lenta e suavemente, de forma instintiva, mas absolutamente deliciosa. Me olhou nos olhos e disse: "Bem, acho que já sei o que devo fazer. Se não estiver bom fale e me ensine o jeito certo". E fez o mesmo que fiz. Deitou seu corpo sobre o meu, encaixou o pau entre as pernas e começou a me beijar e lamber meu corpo desde o pescoço e foi descendo até chegar na rola que, nesse momento parecia que explodiria de tanto tesão. Começou a beijar meu púbis e depois foi subindo com beijos delicados por toda a extensão do membro, até tomar a cabeça entre seus lindos lábios e deixar deslizar para dentro de sua boca. Fez isso por alguns minutos e me perguntou se era daquele jeito, se devia somente deixar deslizar na boca ou se devia chupar. Respondi dizendo que podia fazer como quisesse, do jeito que sentisse, que também lhe desse tesão e Paula mamou meu pau divinamente, de um jeito que eu nunca havia sentido antes. Toquei suavemente seu rosto e disse para parar, pois eu não iria conseguir segurar e acabaria gozando, ao que ela respondeu que estava tudo bem, que eu podia fazer isso. Falei que talvez ela não gostasse do gosto, ou ficasse com nojo e eu não queria que isso pudesse estragar tudo o que ainda faríamos. Ela disse: "Pode gozar na minha boca. Eu sou toda tua. Nada em ti pode me dar nojo" e acelerou os movimentos, me proporcionando um gozo farto, longo, maravilhoso, em espasmos que pareciam intermináveis. Bebeu cada gota e continuou chupando meu pau suavemente por tempo sem que ele desse nenhum sinal de perder a rigidez. A abracei, beijei longamente, de forma apaixonada, aquela menina intensa, linda, que acabara de me proporcionar o melhor gozo da minha vida. Após alguns minutos a abraçando, seu corpo contra o meu de "conchinha", perguntei ao seu ouvido se ela queria ir em frente, ou se queria deixar para outro dia, após ter assimilado todas as sensações novas. Ela respondeu que queria tudo naquele momento, que me queria dentro dela, e completou afirmando ter certeza que seria um momento inesquecível e prazeroso.

Voltei a chupar aquela buceta que vertia um caldo espesso, transparente, de sabor indescritível e, com cuidado introduzi a ponta da língua nela até sentir a suave resistência do hímen. Passei a lamber o espaço entre a buceta e o cuzinho e a lambê-lo, ao que ela respondeu com suaves contrações como que a pedir para ser penetrada. Perguntei se se sentia pronta e confortável. Ela respondeu que sim e eu a posicionei de ladinho e encaixei o pau por trás, com a cabeça já abrindo os pequenos lábio e tocando o hímem. Fiquei um tempo com ela assim, beijando seu pescoço e segurando ambos os seios de uma maneira suave, mas com firmeza. Toquei o lóbulo da orelha dela com meus lábios ao dizer: "Sem pressa, conforme teu corpo estiver à vontade, force suavemente essa buceta linda para que ele entre". E ficamos assim por um longo tempo, com ela esfregando a buceta contra meu pau e dizendo que estava muito bom, até que em um desses movimentos senti que o pau deslizou, vencendo a membrana que o segurava e, então, ela forçou seu corpo contra o meu até entra o último centímetro nela. Perguntei se estava tudo bem, se não estava com dor e ela disse: "Isso é simplesmente maravilhoso. Que sensação deliciosa. Sinto como se minha alma fosse sair do meu corpo". Falei para ela movimentar o corpo de forma a permitir que o pau saísse e entrasse novamente nela, repetidamente, se isso fosse confortável e não causasse dor e ela me respondeu que eu poderia fazer como eu quisesse, que estava realmente delicioso e não me preocupasse que ela não teria dor. Saí dela e a coloquei deitada de costas e voltei a penetrá-la suavemente, de frente, suas pernas nos meus ombros, o pau até o talo dentro dela e minhas bolas batendo ritmadamente no grelo. Ela gozou duas ou três vezes nessa posição e então nos demos conta de que era quase 17:30 e, logo, sua mãe chegaria. Perguntei se ela queria experimentar sentar em cima por alguns instantes e ela sem sequer responder passou a perna sobre meu corpo e montou na rola, engolindo cada centímetro até seu púbis ficar prensado contra o meu e se moveu deliciosamente a ponto de quase me fazer gozar. Eu lhe pedi para parar, pois ela não tomava nada e não estávamos usando camisinha, quando ela falou que queria me ver gozar de novo, perguntando se eu queria fazer de novo na sua boca. Eu sorri, ela riu em resposta, engolindo o pau e me fazendo gozar intensamente. A beijei por alguns instantes e rapidamente me vesti porque já estava quase na hora da sua máe chegar. Ao sair a abracei com força e a beijei longamente. Ela me olhou firmemente nos olhos e disse: "Amanhã eu quero de novo. No mesmo horário, aqui em casa". E fui embora levitando, feliz e apaixonado profundamente, pela primeira vez.

Na parte II contarei a primeira surpresa que se seguiu a esse dia irretocável, perfeito, que está gravado em minha mente até hoje, como um dos melhores de minha vida.

Publicados 
Escrito por Jorge_Fodovski

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